Assisti ao filme " Cuernavaca ", filme mexicano do diretor Alejandro Andrade, que traz Andy (Emilio Puente), um garoto bonito, que desde cedo sofre com a ausência do pai, e logo com a terrível tentativa de assalto em uma loja, onde sua mãe foi baleada, internada e depois faleceu.
O que restou para Andy?
Ir para Cuernavaca, na casa da avó paterna, Carmem ( Carmem Maura ), um lugar grande, com produção de geleia, alguns funcionários e o autoritarismo da avó.
O pai ? Andres (Moises Arizmendes), um zero à esquerda, um ludopata, que já fora até preso por confusões e dívidas grandiosas por causa de jogo.
Ele não estava no momento em que o garoto chegou e nem sabia do acidente da mulher ou ex mulher.
Na fazenda, Andy se aproxima do funcionário Charly (Diego Alvarez Garcia), um rapaz jovem , vistoso, bonito, que faz os trabalhos e ensina o garoto a pedido da avó.
Andy pede a Charly que o ajude com um celular, fazendo que funcione para que possa entrar em contato com o pai.
Ainda na fazenda, temos a Dhely ( Dulce Dominguez), filha de Carmem, e com deficiência intelectual, que adora seus gatos.
Andy fica sempre na esperança que o pai apareça e o tire dali para viverem juntos em um outro lugar mais liberto.
Na mesma toada, enquanto isso não se resolve, Andy procura Charly para ser seu amigo, companhia e seu heroi.
Um filme leve, com pitadas de desarranjo social e familiar para refletirmos depois .
Na PrimeVideo.
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