E vamos para o filme " Drifting Laurent " de Anton Balekdjian, Leo Couture e Matteo Eustachon, que fazia tempo queria assistir.
O filme se passa nas montanhas, onde Laurent ( Baptiste Perusat) tenta se estabilizar de um passado recente não tão bom em hospitais, fora do eixo central, sem amigos, sem parceiras, sem família, e somente com contato telefônico com a irmã.
Ele chega a um lugar, uma vilinha que não tem nada e quase ninguém e cria laços com Sophia ( Beatrice Dalle ) e seu filho ( Thomaz Daloz) que moram juntos.
Ele, um viciado em vikings, só fala nisso o tempo todo, se veste a caráter, tem espadas, cria esse mundo só para ele, mesmo com 24 anos.
Em um outro lado da montanha, ele avista uma senhorinha sentada de frente para os alpes, no frio e vai até lá para ver o que significa aquilo.
Primeiro, vê se ela está viva, e depois a carrega para dentro de sua casa.
Ela está cansada da vida dela, e queria se entregar...
É com essa senhora, Lola ( Monique Crespin) dividindo o cigarro e tomando umas pingas que ele vai dia sim dia não conversar e trocar umas palavras.
Laurent conhece também Fares ( Djanis Bouzyani), um jovem que se faz de fotógrafo agora, pois não tem o que fazer na vila, fora da temporada de esqui.
E ao ser abordado pelo fotógrafo, esse o faz de bobo, pedindo que tire sua roupa para tirar fotos.
Mas Laurent retorna na casa dele para conversar e beber umas cervejas. E é com ele que o contato se faz também e vira íntimo.
E a vida segue, Uns partem, outros chegam para a temporada de esqui, e Laurent não consegue se estabelecer com nada e nem com ninguém.
Chega até passar o Natal com sua irmã, mas no ano novo já retorna para as montanhas.
Parece determinado a finalmente viver ali.
Tomara.





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