Estava ansioso a espera de " Alpha " de Julia Ducournau na MUBI. E ela chegou. Com muito vigor e seguindo o estilo dos filmes da diretora.
Alpha ( Melissa Boros), de 13 anos, estudante, é filha de mãe solteira, e médica (Golshifteh Farahani). Ela chega em casa um dia após participar de uma festa. com o braço sangrando, o que a mãe questiona e vê que fizeram uma tatuagem no mesmo.
Ela fica desesperada e pergunta com o que? Seringa/agulha, ferro, outro material, compartilhada com alguém, de onde tirou esse material?
Ela fica sem responder pois disse que estava alcoolizada. A mãe entra em desespero, pois cuida de pacientes exatamente de uma epidemia transmitida através do sangue, onde os infectados chegam a um estado marmorizado.
E agora? Será que transmitiram para sua filha? Ela leva para fazer exames .
Paralelo a isso, o tio Amin ( Tahar Rahim), irmão de sua mãe, é um viciado de heroína, e chega em sua casa de surpresa, para tentar livrar desse vício.
A menina se assusta com a presença dele, mas aos poucos vai se habituando.
Enquanto isso, na escola Alpha que tem um romance com Adrien, descobre que ele também tem uma tatuagem igual a dela.
Os alunos estão com medo de que ela transmita essa doença para eles. Os pais exigem o resultado do exame.
Amin dá trabalho e tem mais uma overdose. Sua irmã o reanima. O clima é pesado.
O filme se passa no presente e também tem seus flashbacks.
O final é bem bonito com aquela poeira vermelha e com a missão de te trazer o cinema inteirinho para você.
Muito bom !
Na MUBI.










































