O filme foi premiado com o prêmio de melhor diretor no Fantaspoa 2026.
E já começa com o policial Aiden (Tim Pocock), colocando seu uniforme e saindo de casa, para mais uma missão: se infiltrar em uma investigação de corrupção e chantagem em clubes, bar, saunas festas de sexo e outros ramos LGBTQIA+.
Ele inicia esse serviço com sua parceira Steele ( Sacha Horler), que o leva em uma boate conhecida dela e de seu pai Simpson( Chris Haywood), velho policial que já habitou muito por ali e sabe de todos os podres daquele lugar.
Só que rapidamente Aiden perda ocontrole, e aciona o botão do fascínio e desejo especialmente quando é servido pelo barman Cody (Tom Rodgers), um enigmático trabalhador da casa que dava um shot atrás do outro para Aiden.
É lógico que isso não acabou bem. Os dois foram para a rua e Aiden acabou sendo dominado pelo desejo e transou ferozmente com Cody.
Só que no dia seguinte, arrependendo-se do que fez, contou para Steele, mas já era tarde, pois as câmeras da rua gravaram tudo o que acontecera na rua.
E as gravações estava em poder da dona da boate, a poderosa Fat Frankie ( Paul Capsis), conhecida desde a época do pai de Steele, pois tem em seu poder vários vídeos também.
E assim é mais um policial em poder da travesti e dona da casa, do Papai, como ele mesmo diz.
O filme depois se desenrola em torno da busca dessa fita no cofre da boate, da união entre Aiden e Cody, em acidentes, em reviravoltas, em perseguições da polícia de homicídio e claro que no fim disso tudo só vai dar merda.
Lembrando que Aiden tem problemas consigo mesmo. Ele é viciado em punhetas, chegando a 250 por dia.
É a noite, bebê...
É desse jeito.
Vai entrar?






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