Não é que eu gostei bastante desse filme nacional : " Vidro Fumê " de Pedro Varela, que se passa no Rio de Janeiro, onde Mary ( Ellie Bamber) e seu namorado Gabriel ( James Frecheville) estão em um apartamento em frente à praia, não muito bem no relacionamento com discussões entre os dois.
Mary e Gabriel certa noite saem com amigos brasileiros e uma confusão em uma loja de conveniência, faz com que eles acabem voltando sozinhos para casa, e tendo que pegar uma condução para a Lapa, as tais vans, ou lotação.
Paralela à essa história, temos Míriam ( Mari Oliveira), que é parceira em uma ONG, desenvolvendo trabalhos sociais e tirando jovens e crianças das ruas para terem um futuro melhor.
Ela vive sendo importunada por um candidato a vereador, ( Augusto Madeira), que insiste e patrocinar a ONG, mas ela não aceita dinheiro ilícito.
Só que esse vereador também tem uma oficina e trabalha com essas vans e o irmão de Miriam é empregado dele.
Uma treta lá, fez com que o vereador acusasse Luis ( Cridemar Aquino) de fazer um serviço errado e ele teria que pagar 10 mil reais para ressarcimento do cliente ou estaria na rua.
Luis fica desesperado, procura seus parças e juntos armam um crime em busca de grana fácil.
É aí que entra o casal de gringos, pois eles entram nessa van falsa dos parças que anunciam o assalto e botam o terror para o casal de gringos, roubando tudo o que eles têm, e tirando tudo do cartão a cada banco 24 horas que encontravam pela frente.
Não satisfeitos, batiam muito nos dois e pior, estupraram Mary da forma mais horrenda possível.
Passando toda essa tensão que te leva junto teremos alguns contrapontos e a história irá reunir os dois núcleos e ter um núcleo apenas.
Gostei de ver o que realmente acontece aos turistas e a qualquer um que esteja no Rio e está sujeito a esse tipo de crueldade.
A versão alternativa de Mary seria uma boa, mas infelizmente não é essa a natureza da mary e nem de todas as pessoas do bem.
Filme bem costurado, dinâmico, gostei.
NO LOOK.
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