Assisti ao filme que foi indicado ao Goya, " Maspalomas ", dirigido por Aitor Arregi e Jose Mari Goenaga.
O filme começa quente em uma praia de nudismo onde o cruising corre solto e todo mundo está pelado, andando pela areia, morros e caçando algum homem para sexo.
Vicente (José Ramón Soroiz), que já passou dos 60, sem nenhuma cerimônia, com seu boné, camiseta regata e sunga colorida entra na dança olha pra cá, olha pra lá e de repente já pega um meninão de uns 20 e poucos anos.Ah que delícia, não é Vicente?
Depois ele desce para a praia, um mar da cor turquesa, com guarda- sois enchendo de homens pelados e se pegando, que ele encontra seu amigo de praia, Ramon ( Zorion Eguileor).
Eles estão juntos em um apartamento. À noite, eles saem, curtem os bares e os shows do local e tentam continuar o cruising noturno.
Vicente entra em uma boate e se mete dentro de um quarto escuro e nossa senhora, é chamado por uma dupla e entra na penetração, quando de repente, se sente mal e apaga.
Aí, o filme toma outro rumo e Vicente já está em uma clínica de recuperação para paciente pós AVC, onde foi levado pela filha.
Lá, ele ficará em um quarto e seu companheiro será o falante Xanti(Kandido Uranga), machão, que quer que o companheiro seja forte e melhore dia a dia para comandar com ele o local .
A diversão de Vicente ali é o enfermeiro agora, que também é gay e está no aplicativo de encontros que Vicente usa.
Ah, tem o detalhe também que Vicente sempre viveu meio que no anonimato com relação à sua homossexualidade não querendo espichar o assunto nem com familiares e nem com estranhos. Só se soltava no gueto mesmo.






Nenhum comentário:
Postar um comentário