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terça-feira, 1 de setembro de 2026

" OZZY: No Escape From Now " OU Simplesmente Perfeito ! Imperdível !

 

E finalmente assisti ao documentário " Ozzy: No Escape From Now " de Tania Alexander.

O documentário tem um recorte de tempo que vai desde a queda sofrida em 2019,  na sua casa mesmo, que agravou sua saúde, até sua última performance com o Black Sabbath, no show  de despedida aos fãs: “Back to the Beginning”, realizado em Birmingham em 05 de julho de 2025. Com a morte de Ozzy em 22 de julho de 2025.

O documentário praticamente se passa em sua casa e ele falando e reclamando das dores que sente na cabeça e nas costas e nas pernas tudo por causa da cirurgia realizada na parte cervical que " foderam " ele.

Aí foram não sei mais quantas cirurgias de reconstrução de vértebras e tudo mais ali da região que quanto mais se mexia mais piorava a sua situação de locomoção e dor.

Eu fiquei apaixonado pela pessoa que ele é pela mulher dele, Sharon, que não saía de perto dele e fez tudo por esse homem.

Virei fã depois que ele morreu. Não curtia heavy metal, mas agora quero ouvir suas músicas pelo que vi dele.

Como as pessoas gostavam dele. Como os músicos e todos de outros bandas reverenciavam ele.

Impressionante.

Seus três filhos,  Aimee, Kelly e Jack eram apaixonados por ele. Várias aparições no documentário importantes falando da vida com o pai.

Sem falar na depressão gravíssima que Ozzy adquiriu por causa disso tudo, não era fácil tirá-lo de casa. Só a música fazia ir ao estúdio e gravar ainda os álbuns Ordinary Man (2020) e Patient Number 9 (2022).

E o que a família fez para ele receber a homenagem no Hall da Fama do Rock ?

E o último show, na cidade onde nasceu, e com os seus amigos Zakk Wylde, Tony Iommi (Black Sabbath), Duff McKagan (Guns N’ Roses), Robert Trujillo (Metallica), Andrew Watt e Chad Smith (Red Hot Chili Peppers), esse sim seria o top dos top para ele.

Mas foi um milagre um homem doente, com parkinson, outros problemas vasculares, e ortopédicos, com 76 anos, debilitado subir ao palco e cantar suas canções na cidade inglesa onde nasceu.

Como dizia um professor de teatro meu. Se o espetáculo é bom, você se emociona de alguma forma. Eu me arrepiava todo ao ver esse documentário. Ou seja ele é muito bom.



Fiquei abismado com o nível dessa produção, da veracidade com que nos foi passada essas imagens e essa história.

Sensacional.

Na Paramount Plus.


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