O filme que é dirigido por Szabolcs Hajdu é exatamente daqueles que me fazem vibrar de alegria.
Cheio de referências, peculiaridades, personagens estranhos, normais, mais estranhos, muita movimentação e colorido nas ruas, músicas, festas, parques, apresentações e shows, artistas querendo ganhar o seu pão do dia, e um pouco de sexo.
A cigana Mona (Orsolya Török-Illyés) é a personagem principal do filme e tenta levar a sua arte nas ruas, mas sofre com traição, pancadaria, e até fortes chuvas que atrapalham o seu show.
Em uma dessas saídas pela tangente, ela conhece Viorel ( Andi Vasluianu ) um procurado pela polícia por espancar um homossexual e refém dele, acaba por carregar uma menina em seu ventre.
Mona segue seu caminho, tem a menina e anda com ela fazendo shows de fantoches parques afora.
O estranho pai Gigi Paparu( Razvan Vasilescu) aparece e pede que ela vá com ele até a Alemanha pois ele não está bem de saúde.
Ela acaba cedendo ao apelo do pai e deixa sua filha com a tia vidente Rodica (Oana Pellea), que vê na menina uma galinha dos ovos de ouro por causa de seus sonhos objetivos e explícitos para que todos possam ver.
Mona chega até o tal Cabare Biblioteque Pascal nas mãos de um cara que parece tê-la comprado naquela confusão com seu pai.
Mona cai em uma emboscada e quando volta, perde a guarda de sua filha por negligência, por uso para fins financeiros e maus tratos ( a tia dava conhaque para ela dormir).
Agora tem que provar ao conselho tutelar que tem condições de ter a menina de volta.
Muito bom mesmo o filme húngaro, romeno que foi apresentado no Festival do Rio e no Festival Internacional de Brasília.
No MUBI.
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